Recentemente, estudei um pouco sobre a história da origem étnica dos povos ciganos através do riquíssimo conteúdo de Nicolas Ramanush, presidente da Embaixada Cigana do Brasil, em seu canal no youtube. Também andarilhei pela breve apresentação online e presencial publicada em 2024 pelo grupo NEVE (Núcleo de Estudos Vikings e Escandinavos), apresentando um evento realizado com a doutoranda Thaïs de Matos Barbosa, que nos agraciou com um belíssimo pincelar de sua tese a respeito das feiticeiras das sagas islandesas.
Num primeiro momento, as duas coisas parecem bem distantes uma da outra, no entanto, a sequência de estudos inusitados acabou preenchendo a minha mente com um questionamento sobre possibilidades e assim decidi fazer essa publicação a fim de lançar tais pensamentos ao vento.
Confesso minha ignorância no assunto, já que não possuo todos os conhecimentos históricos e a cronologia inteira das passagens. Porém, me dediquei por dois dias a fazer algumas pesquisas sobre o tópico que trago aqui, mais de curiosa mesmo, e como acho que nenhum pensamento jamais será em vão, sinalizarei a partir de agora aonde esses poucos estudos me levaram.
A Origem dos Povos Ciganos
Originalmente, ao que tudo indica, os ciganos não eram chamados desse modo desde o início, sendo que essa nomenclatura parece ter começado a ser utilizada para designar esses grupos nômades ao longo da história. No entanto, o que se tornou uma característica marcante sob nosso olhar, na verdade, tratava-se de um nomadismo bastante forçado e em nada cultural.
Os ciganos sempre foram bastante marginalizados ao longo da história da sua existência e infelizmente essa ainda é uma realidade bem marcante, muito embora já existam algumas organizações ao redor do mundo criadas para corrigir, por assim dizer, os abusos promovidos durantes séculos de perseguições a esses povos. Essas instituições buscam procurar garantir aos ciganos não somente uma preservação cultural, mas principalmente direitos sociais e humanos, como é o caso da International Romani Union (IRU), fundada em torno de 1970, e o Plano Nacional de Políticas para Povos Ciganos, criado aqui no Brasil em 2024.
Segundo Ramanush, a origem dos povos ciganos remonta à Índia do século XI com o grupo DOM, sendo que eram compostos por músicos e adivinhos no geral mas principalmente responsáveis, obrigatoriamente, pelo descarte de cadáveres através da cremação dos corpos e por terem esse contato mais próximo com a morte alheia é que foram considerados impuros e intocáveis, também denominados de Dalits.
Diante de invasões ao território Indiano, os ciganos do grupo DOM foram forçados a se dirigirem para o norte da Índia aonde iniciaram um processo de êxodo do país ao se dividirem em dois grupos – uma parte foi para países do Oriente Médio e África, enquanto a outra se dirigiu para a região balcânica.
A partir daí, ao passar por subdivisões, estes ciganos foram para o leste da Europa formando o grupo ROM e outra parte dos ciganos se dirigiram para as regiões da Alemanha e Áustria formando o então chamado grupo SINTI.

Diáspora Cigana entre os séculos XI a XVI. | Imagem: World History
Com isso, alguns ciganos acabaram se espalhando para a Itália, França e depois para o Reino Unido, onde formaram um novo grupo que ficou conhecido como ROMANICHEL.
Vemos também uma dispersão dos ciganos para a Espanha e Portugal formando o grupo CALON durante o século XV. É este mesmo grupo de ciganos que teria sido degredado para o Brasil.
Além disso, segundo fontes, os povos ciganos estiveram no Reino Unido antes de atingirem a região da Escandinávia no século XVI e é sobre tal passagem que mais a frente falaremos.
Dalits
Os Dalits, atualmente, ainda compõem uma parcela absurda da população da Índia com cerca de 200 milhões de pessoas que vivem às margens da sociedade, segundo a BBC News.
É possível observar o forte caráter de limpeza espiritual nas atividades praticadas por estes considerados de casta inferior ainda nos dias atuais, onde a grande maioria vive em pobreza latente e obrigados a lidar com o descarte de corpos do mesmo modo.
Os Musahars, por exemplo, comunidade dalit presente em Bihar e outras regiões da Índia e sul da Ásia, são tão pobres que são conhecidos como comedores de ratos, pois a sua dieta inclui tais animais, situação esta que aumenta ainda mais o risco à vida por contaminações e doenças graves.
Mesmo no Brasil podemos ver essa marginalização muito presente através dos grupos ciganos residentes em Itaim Paulista, por exemplo, os quais sofrem horrores com as questões de moradia, condições climáticas, educação e saúde em sua maioria, passando dificuldades recorrentes com enchentes e relevância social até mesmo para atendimento médico em postos de saúde pública.
São constantemente julgados, ignorados e sofrem preconceito por suas vestimentas e falta de endereço fixo, sentindo-se inexistentes e numa constante luta que culmina uma vez mais em ciclos eternos de resistência e adaptação, não somente em relação à sua sobrevivência e visibilidade, mas também em relação à rica cultura que une o pouco de cada local por onde passaram ao longo da história de seu povo, formando por isso uma identidade e tradição próprias que merecem todo o respeito e reconhecimento.
Mesmo em países como a Espanha, por exemplo, onde existe um esforço para a integração dos ciganos socialmente, ainda há discriminação de uma forma ou de outra. Já em países como a Suíça, por exemplo, as mulheres ciganas foram usadas como tráfico humano para fins de exploração sexual, sendo que o próprio país afirmou há alguns anos ter perseguido os ciganos por cem anos.
Ao fim de tudo, acaba que todos eles, independentemente das divisões e subdivisões, ainda são um só – o mesmo povo Dalit que saiu da Índia no século XI e até hoje carrega nos ombros o fardo das muitas perseguições e discriminações que transformam a sua existência em sinônimo de luta.
Ciganos: Persona Non Grata
Em seu maravilhoso trabalho intitulado “Non Grata”, o fotógrafo e fotojornalista Åke Ericson fez um belíssimo trabalho ao retratar em seu fotolivro a realidade vivenciada pelos povos ciganos ao longo de sua jornada de bons e longos oito anos de viagens a dez países diferentes para registrar tudo quanto fosse possível bem de pertinho sobre as comunidades de origem cigana.
Segundo Åke, é unânime que todos eles se sentem altamente discriminados em todos os lugares, sendo que na Suécia, por exemplo, há ciganos que vivem inclusive em solos contaminados por chumbo e em razão disso as suas crianças acabam nascendo normalmente com má formações e o governo não dá (ou dava) qualquer assistência para essas famílias.
Fica claro que mesmo depois de tantos séculos, os ciganos continuam sendo uma parcela da sociedade consideradas inferiores, sem o devido reconhecimento e respeito, renegados a viver às margens do mundo, sem direitos ou assistência e sofrendo com as condições horrorosas que não florescem em dignidade alguma e nem senso de pertencimento humano algum.

Acampamento cigano em Paris na França. | Imagem: Público Comunicação Social / P3
Ainda assim, vemos romantização sobre o povo cigano em muitas das vezes nas histórias e às vezes até na religião – como se a beleza de seu povo e de sua história residisse somente na magia e brilho no olhar ou como se sua história fosse apenas tradição cultural, cheia de alegrias e romances e um gosto peculiar pela estrada, pelo místico e pela música.
De quais ciganos estamos falando?
É claro que, quando falo assim, não estou de forma alguma enaltecendo qualquer ato de desmerecimento a toda uma riqueza cultural desses povos, gostaria de deixar isso bem claro, pois penso que essa é uma maneira positiva, saudável e singela de fazermos jus a essa cultura admirável em todos os sentidos. No entanto, precisamos sim nos lembrarmos sempre de que esse mar não é somente flores e ao reconhecer esses fatos em nossos julgamentos e atitudes também estamos honrando a dignidade desse povo incrivelmente forte e corajoso, através do respeito e do reconhecimento de sua luta e histórias de vida até os dias de hoje.
A realidade é que se aprende no fundo da alma e do espírito as coisas próprias da alma e do espírito, mas ninguém gosta ou escolhe realmente viver de forma indigna e invisível.
Talvez quem tenha uma casa para voltar ou um lugar seguro para chamar de seu, que seja visto e reconhecido em todos os meios que vigoram nos dias atuais, goste da ideia de romantizar pegar seu conduto comprado e meter o pé na estrada sem eira nem beira apenas pelo puro prazer de viver a experiência ou sentir o mundo na sola dos pés e a lua sempre para além da cabeça.
Realmente é incrível e válido para uma realidade distinta, mas a verdade é que nessas diferentes realidades tudo é questão de limites e possibilidades – algo bem relativo sob certos ângulos.
Quem pode, vê glamour demais onde não tem.
Acho que ser cigano é mais profundo do que apenas roupas coloridas, danças, arte e misticismo, penso que é muito mais sobre identidade, resistência, resiliência, adaptação, coragem, força, espírito e tantas outras qualidades do que poderíamos dizer se tratar de uma resposta ao questionamento: “Quem você quer ser?” e não ao “O que você quer fazer?” – como nos ensina a maravilhosa e inspiradora professora e palestrante de filosofia Lúcia Helena Galvão.
E bem, para mim, essa qualidade de ser é uma presença que o tempo não é capaz de apagar – nem da história e nem da alma de povo algum.
As Feiticeiras na Escandinávia Antiga
A partir desse momento faço uma conjunção do tema dos Ciganos com essa parte do estudo que paira sobre as sagas islandesas abordado no NEVE, pois o questionamento que me circundou foi se os ciganos teriam alguma relação com esse aspecto da feitiçaria na Escandinávia durante a Idade Média, já que o período finalizou no século XV e, segundo Ramanush e algumas fontes pela internet, os ciganos chegaram na região da Escandinávia no século XVI.
Barbosa afirma em sua apresentação que nesse tópico estaríamos discorrendo em torno da ideia da feitiçaria e não da magia em si, já que na escandinávia do medievo esse aspecto se trataria mais de um caráter profético e divinatório e não da conjuração propriamente dita.
Assim, ao considerarmos a região da Escandinávia Medieval, vemos que estamos falando em suma de basicamente três países: Noruega, Dinamarca e Suécia e de um período clássico que foi chamado de Idade Média, subdividida em duas ou três fases, e teria se estendido de 476 a 1453.
Muito embora os registros de ciganos na região da escandinávia parecem datar apenas de 1500, menos de um século depois do fim da idade média, foi na Suécia que apareceram os primeiros registros oficiais ao povo cigano na região, em 1512. No entanto, mesmo as datas sendo relativamente distantes, penso que ainda é pouca a diferença para dizer que não houveram influências expressas de um momento no outro em relação a feitiçaria escandinava.
No mínimo, deve ter sido solo fértil para a ampliação dos aspectos de cunho espiritual, por assim dizer, relacionados ao povo cigano – que já carregava um passado longínquo de específicas práticas que poderiam a nós remeter ao chamado Seidr. A predominância da mulher conectada com a feitiçaria relacionada aos mortos, aos deuses e/ou aos ancestrais na Escandinávia Medieval e juntando isso à questão do poder da palavra na época ter sido atribuído às mulheres, num caráter profético, deixou a minha curiosidade e mente latejando.
Feiticeiras e Ciganas?
Ao que tudo indica, as mulheres consideradas feiticeiras, a própria prática da feitiçaria como arte divinatória e profética, a comunicação com os mortos e a preparação dos mesmos eram práticas atreladas às populações que viviam às margens da sociedade naquela época e desse modo, vejo tanta relação com os povos ciganos que a ideia de não se relacionarem me causa real estranheza.
O “Seidr”, como mencionei mais acima, era um termo nórdico antigo utilizado para nomear as práticas pagãs e de magia na Escandinávia. A maior parte dos praticantes do Seidr parecem ter sido mulheres que viviam também às margens da sociedade, sendo em sua maioria pobres, andarilhas, mulheres abandonadas e estrangeiras oriundas da Finlândia e Ilhas Britânicas.
Algumas das funções dessa prática, segundo relata Barbosa, incluem atividades de adivinhação e clarividência, segredos do espírito e atração de boa sorte. Desse modo, confesso que fui pega desprevenida quando Ramanush conta que no século XV temos o povo cigano chegando justamente no Reino Unido.
Ora, se as práticas divinatórias das feiticeiras da Escandinávia Medieval englobam mulheres andarilhas, pobres e estrangeiras que emigraram das ilhas britânicas, não poderíamos ter um pequeno grupo de ciganos já residentes pela região mais ou menos nessa mesma época, antes mesmo dos registros escritos? A própria prática do Seidr se assemelha em certo ponto ao aspecto da limpeza espiritual atribuída aos ciganos desde o começo ainda na Índia e por isso mesmo virou incógnita para mim, fazendo com que eu reconsiderasse um certo tantinho os dados históricos.
Talvez os registros escritos possam considerar uma data um pouco posterior por ciência posterior – nada de cunho proposital, realmente. Em meu humilde entendimento, é perfeitamente plausível que a presença dos ciganos já pudesse existir na região pouco antes de 1500 e apenas não tivessem sido registrados por escrito, por alguma razão.
Uma Questão de Adaptação e Sobrevivência
Considerando o tanto de séculos de diferença do êxodo na Índia até aquele momento, acredito que muitos ciganos foram incorporando em sua cultura algo muito além de seu nomadismo forçado – um pouco de cada local por onde passaram. Fica compreensível pensarmos em possíveis mudanças na língua falada, nas crenças, em sua cultura, comportamento e em suas vestimentas, de modo que diante de tantas perseguições e discriminações não me parece estranho de forma alguma que eles possam ter se misturado o suficiente para se manterem por mais tempo em uma região específica.
Haver registros escritos apenas após 1500 nessa região não implica necessariamente em veracidade plena a respeito de sua primeira aparição na região, já que os próprios séculos de diferenças da diáspora cigana comprovam que a ciência expressa sobre a presença desse povo não parece ter sido tão óbvia assim como aparenta.
Ramanush apresenta que há apenas três momentos históricos em que os ciganos foram registrados por escrito – em 1100, 1417 e 1425. Segundo ele, foi a partir de 1500 que os povos ciganos já eram registrados por escrito em diversos lugares e assim é totalmente possível questionarmos se já não haviam ciganos na região antes desse período. Também teríamos no século XV na Espanha e Portugal os ciganos Calon, no Reino Unido do século XVI os ciganos Romanichel e nesse mesmo século, também segundo outras fontes, eles teriam saído do Reino Unido até a Escandinávia.
Porém, ao visualizar o mapa desse êxodo e ver a disposição dos séculos de diferença entre os registros, vemos a presença deles no século XIV nas ilhas balcânicas, no século XV na Espanha e Portugal, no século XVI, ao que tudo indica, na Alemanha e Áustria, Reino Unido e Escandinávia.
Bem, existe uma parte dos ciganos que partem dos Balcãs no século XIV para a Alemanha e Escandinávia e uma outra parte que sai do Reino Unido no século XVI.
É possível que exista uma parte, talvez não registrada, de ciganos que tenham chegado ainda no século XV na Escandinávia a partir da Alemanha ou das Ilhas Balcânicas mesmo, já que de fato, segundo o mapa, há um grupo partindo dos Balcãs no século XIV.
Parece existir um gap de mais ou menos um século nos espaços geográficos e como estavam sempre em constante movimento, ainda assim, um século é muita coisa para distâncias tão destoantes e por vezes pequenas. Há fontes que afirmam que os ciganos chegaram na Europa Ocidental no século XV e não no século XVI, sendo que dentre estes países podemos citar a Alemanha, Áustria, Países Baixos, Inglaterra, Portugal, Espanha e outros, ou seja, é possível que houvesse uma onda migratória para a Escandinávia já no século XV, sim.
Conde Anthonius do Pequeno Egito
Segundo o site Rom Archive, foi comprovada realmente a entrada de 30 famílias ciganas na Suécia em 1512, lideradas por um homem chamado Conde Anthonius e que teriam vindo do Pequeno Egito, sendo este relato presente na Crônica de Estocolmo.
No entanto, isso ainda soa estranho para mim, pois como observamos anteriormente no mapa, não parece haver nenhum êxodo do Egito para outra regiões e ainda assim, o tal cigano denominado Conde Anthonius afirma ter vindo de lá.
Buscando compreender se houve alguma migração de ciganos a partir Egito encontrei um site com uma longa dissertação sobre os ciganos, no qual discorre ter havido uma confusão nos termos citados e compreendidos. Na época, todos pensaram se tratar do país africano, Egito, porém foi constatado posteriormente que o termo “Pequeno Egito”, mencionado por Conde Anthonius, se referia a uma região da Grécia.
Incertezas Cheias de Valor
E assim, chegamos ao fim desta humilde publicação – sem certeza alguma mas valendo cada passagem do conhecimento e da curiosidade até o presente momento.
Certamente, esse tópico daria um estudo bem mais aprofundado e cheio de pesquisas incessantes na tentativa de resgatar o que talvez nunca saberemos ao certo com precisão.
Porém, apesar dos pesares e do assunto maravilhoso, aprofundar não foi exatamente a minha intenção com esse texto e sim conjecturar possibilidades e gerar outros pontos de curiosidades e questionamentos para além das provas alcançadas sobre o assunto até os dias atuais.
Já que o povo cigano é cheio de mistérios – por que não deixarmos pontas soltas só para constar?
Se foi forçar a barra demais, pois que lindamente seja!
Quem sabe mais do passado só pode ser o passado, porque no agora eu só posso ponderar com o que tenho – até que se prove o contrário.
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Fontes
- Nicolas Ramanush. História da Cultura Cigana. [Ep.01.]: [origem étnica.], 2024. 1 vídeo (10:53). Publicado pelo canal Embaixada Cigana do Brasil. Disponível em: link. Acesso em: 22 Jul. 2026.
- Agência Mural de Jornalismo das Periferias. Ser cigano nas periferias é sinônimo de luta. 2025. 1 vídeo (03:40). Publicado pelo canal Agência Mural de Jornalismo das Periferias. Disponível em: link. Acesso em: 22 Jul. 2026.
- Thaïs de Matos Barbosa. As feiticeiras das sagas islandesas [VII.]: [ciclo de debates do NEVE.], 2024. 1 vídeo (44:45). Publicado pelo canal NEVE: Núcleo de Estudos Vikings e Escandinavos. Disponível em: link. Acesso em: 22 Jul. 2026.
- BBC News Brasil. Como é dura a vida dos dalits, os intocáveis da Índia. Disponível em: link. Acesso em: 22 Jul. 2026.
- História do Mundo. Idade Média. Disponível em: link. Acesso em: 22 Jul. 2026.
- Público Comunicação Social. “Indesejados”: um retrato profundo do povo cigano na Europa. Disponível em: link. Acesso em: 23 Jul. 2026.
- Encyclopedia. Scandinavian Peripatetics. Disponível em: link. Acesso em: 23 Jul. 2026.
- O Globo. Suécia admite que durante cem anos perseguiu ciganos. Disponível em: link. Acesso em: 23 Jul. 2026.
- Rom Archive. Sweden – narrative essay. Disponível em: link. Acesso em: 23 Jul. 2026.
- CNN Brasil. Governo lança plano de políticas para povos ciganos. Disponível em: link. Acesso em: 23 Jul. 2026.
- World History Encyclopedia. Map of Romani migration in the middle ages. Disponível em: link. Acesso em: 23 Jul. 2026.
- Direitos Humanos na Internet. Rom, Sinti e Calon: os assim chamados ciganos. Disponível em: link. Acesso em: 23 Jul. 2026.




