
Verdades do Coração
Mas ai de mim! Que agora não passo de espírito cansado E nesse cansaço, já muito além da conta, Perco-me num tal de quase eterno ‘não saber’. Eu, que sempre fui muito certa de meus quereres E muito certa de todo o meu fazer. Agora, pego-me aprisionada nesta avassaladora emoçãoQue entope-me a frio em inseguranças e aflições. E que amarra-me em dúvidas infindas Sobre o tempo de fazer e o tempo de aguardar. Na dúvida, mato-me as expectativas E diante de meu próprio espectro, Penduro o pequeno e






